COLÓQUIO PESCADORES DE PÉROLAS

[Clique na imagem para acessar o site]

Foi a partir do texto de Hannah Arendt O Pescador de Pérolas e essencialmente do trecho seguinte que concebemos a estrutura do Colóquio: “Walter Benjamim trabalha com “estilhaços brilhantes de pensamento” […] Como o pescador de pérolas que vai ao fundo do mar, não para extraí-la e levá-la à luz do dia, mas para arrancar das profundezas o rico e o estranho, pérolas e corais, e os carregar, como fragmentos, à superfície. […] O que guia esse pensar é a convicção que, se é bem verdade que a vivacidade sucumbe aos estragos do tempo, o processo de decomposição é simultaneamente processo de cristalização; que no abrigo do mar — elemento em si não histórico no qual deve recair tudo o que na história veio e se tornou — nascem novas formas e configurações cristalizadas que, tornadas invulneráveis aos elementos, sobrevivem e esperam somente o pescador de pérolas que as levará ao dia: como “estilhaços brilhantes de pensamento” ou, também, como imortais Urphänomene[1].

Como podemos refletir sobre as relações entre o tempo e a imagem neste contexto?

A mobilidade do espectador e a flânerie

Temporalidade e Imagem: a fotografia o vídeo e o cinema

A relação do artista com a história

O conceito de história e as possibilidades para a arte

A moda e a cidade

#dicaseeventos

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s