1911 – 2011 – Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú | 05 de julho a 25 de setembro

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Foto: divulgaçãoA Fundação Clóvis Salgado, em parceria com o Instituto Itaú Cultural, abre ao público a partir do dia 5 de julho a exposição 1911 – 2011 – Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú. O material inédito é composto por 178 obras produzidas nos últimos cem anos no Brasil, que ficam expostas nas galerias do Palácio das Artes e no Centro de Arte Contemporânea e Fotografia, concentrando um importante acervo da arte moderna e contemporânea produzida no País. Após Belo Horizonte, a mostra irá para o Rio de Janeiro, onde fica em cartaz no Paço Imperial.

Entre os 139 artistas, com obras selecionadas para a exposição, estão nomes como Guignard, Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Flávio Carvalho, Hélio Oiticica, Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Maria Martis, Lígia Pape e Amílcar de Castro. Os objetos expostos compreendem vídeos, pinturas, fotografias, desenhos e gravuras, que estão dispostos em seis módulos, que tanto podem ser compreendidos isoladamente, como, se seguidos de ponta a ponta, traçam com definição o caminho percorrido pela arte brasileira desde as primeiras décadas do século passado até hoje.

O primeiro módulo A Marca Humana, traz a primeira modernidade brasileira ainda amplamente representacional. Em seguida, Irrealismos, com 18 peças, apresenta registros de composições que remetem a si mesmas entre o sonho incontrolado e o imaginário construído. Modos de Abstração, o próximo módulo, apresenta 52 obras, com seis esculturas entre elas e mergulha nos anos 50 quando, em decorrência da I Bienal de São Paulo (1951), a arte brasileira passou a se concentrar em temas interiores, livres de uma referência imediata ao mundo exterior – transitando gradualmente do figurativismo para a abstração. Os concretos dominaram a cena, seguidos dos neoconcretos, abstracionistas informais ou expressionistas e começaram um diálogo em pé de igualdade com a arte internacional.

O quarto módulo, Contestação Pop, é composto por 13 obras que trazem a arte pop inspirada na releitura de imagens de outros meios como os quadrinhos, a fotografia de jornal, as embalagens dos produtos comerciais e objetos da cultura de massa. Em Na Linha da Ideia, módulo dividido em seis subgrupos: Arte e Anti-arte, O Juízo Jocoso, Palavra Imagem, A Arte como Arte, Pintura Pós Pintura, Não Objetos e Anti Forma, o público encontra um total de 56 peças que correspondem a um vasto e aberto período da arte identificado como pós-moderno.

Por fim, o grupo Outros Modos, Outras Mídias reúne obras em diversos suportes e cujas propostas são as mais distintas – desde a ação sobre o próprio corpo à contemplação poética e à interação com a obra, permitida pelas experimentações digitais.

A exposição 1911 – 2011 – Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú tem curadoria de Teixeira Coelho e projeto expográfico de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

>> A Exposição pelo curador Teixeira Coelho (52 Kb).pdf.

>> Clique e saiba mais sobre Teixeira Coelho (42,5 Kb).pdf.

>> Clique e conheça Daniela Thomas e Felipe Tassara (63 Kb).pdf.

Serviço
Evento:
Exposição 1911 – 2011 – Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú
Data: 05 de julho a 25 de setembro
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h30 às 21h; domingo, das 16h às 21h
Local: Galerias Alberto da Veiga Guignard, Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Centro de Arte Contemporânea e Fotografia
Entrada franca
Informações:
(31) 3236-7400

#dicaseeventos

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