TRAJETOS VIGILANTES E A ESPERTEZA DOS DRONES

Prévia do artigo que eu e Polyana Inácio apresentamos no LAVITS:

Resumo: Meios de comunicação no Brasil e em outros países, como França e Estados Unidos, noticiam sobre drones. Idealizados inicialmente para fins militares de vigilância e espionagem, são controlados pela ação humana ou meios computacionais. Considerando este aspecto, salientamos outros contextos em que são empregados, sem contudo descartar sua gênese. Atentamos para três situações específicas noticiadas: produção de imagens pessoais por meio computadores vestíveis; guerras e conflitos civis; e controle e monitoramento de doenças infecciosas. Compreendemos os drones como seres da técnica e trajetos, em contraponto a objetos técnicos. Interessa-nos entender em que medida estas aeronaves não tripuladas configuram-se como objetos inteligentes. As noções de mediação, delegação e ação técnica nos auxiliam nesta empreitada. Caracterizamos a inserção dos drones em nosso cotidiano segundo uma lógica de vigilância distribuída e líquida, refletindo sobre eles enquanto máquinas de supervisão e previsão. Palavras-chave: delegação, drones, objetos inteligentes, seres da técnica, vigilância.

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