LAVITS 2015 – RJ

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III Simpósio Internacional LAVITS

Vigilância, Tecnopolíticas, Territórios

13 – 15 de Maio, 2015. Rio de Janeiro, Brasil

http://lavitsrio2015.medialabufrj.net/

Convidamos pesquisadores, professores, ativistas e artistas
a submeter resumos de trabalho ao III Simpósio Internacional LAVITS que,
no âmbito de sua temática geral, propõe debater os seguintes temas-chave:

  • Big Data, vigilância e tecnopolítica
  • Vigilância, protestos políticos e manifestações urbanas
  • Megaeventos e vigilância
  • Web, Deep Web e Internet das Coisas: rastreamento e vigilância
  • Ativismo e contra-vigilância: criptografia, hacktivismo, tecnopolíticas
  • Práticas artísticas e estéticas da vigilância
  • Trabalho e Vigilância
  • Corpo, afeto e vigilância
  • Identificação, biometria e vigilância
  • Cidades inteligentes e vigilância algorítmica
  • Vigilância móvel e wearable: drones, GPS, smartphones, câmeras integradas etc.
  • Privacidade, dados pessoais e controle da informação
  • Vigilância e práticas de consumo
  • Tecnologias de auto-monitoramento e controle
  • Histórias, memórias e arquivos da vigilância
  • Regulação da vigilância e proteção de dados na América Latina
  • Snowden, NSA e vigilância de massa: impactos na América Latina
  • Vigilância e ditadura militar na América Latina
  • Mercado da vigilância na América Latina: conexões público-privado
  • Vigilância e Tecnopolítica na América Latina: conceitos, metodologias e estudos de caso
  • Controle social, território e vigilância na América Latina

GRIS 20 ANOS DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO

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O Grupo de Pesquisa em Imagem e Sociabilidade (GRIS), vinculado ao Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), completa 20 anos em 2014. Este é um momento de celebrar a trajetória do grupo.O GRIS agrega diferentes pesquisadores e é um grupo por onde já passaram variados estudantes (de graduação, iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado). É tempo de comemorar a consolidação de uma abordagem comunicacional acerca dos fenômenos, bem como de métodos e técnicas de pesquisa para a sua apreensão; e de refletir sobre esse percurso, fazendo um balanço das contribuições do GRIS para o campo da comunicação e apontando perspectivas abertas pelas pesquisas que vêm sendo desenvolvidas pelo grupo.

A proposta do III Colóquio em Imagem e Sociabilidade: 20 anos de pesquisa em comunicação é compartilhar algumas das contribuições do GRIS para o campo da comunicação e refletir sobre alguns de seus alicerces teóricos, bem como de seus desafios epistemológicos, metodológicos e empíricos. Nos dois colóquios anteriores organizados pelo grupo, tratamos de temáticas e conceitos específicos que orientavam nossas reflexões em determinados momentos: o tema do I CIS (2008) foi Comunicação Midiática – instituição, valores e cultura e o do II CIS (2011), Acontecimento: Reverberações. A ideia do III CIS (2014) é refletir sobre a trajetória do grupo ao longo desses 20 anos, por meio da interlocução entre os pesquisadores do próprio grupo e de outros estudiosos do país e do exterior que também participaram, de diferentes maneiras, desse percurso.

O evento será realizado nos dias 21, 22, 23 e 24 de outubro de 2014, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, no auditório A104 do Centro de Atividades Didáticas 2 (CAD 2).

Saiba mais: http://gris20anos.wordpress.com/

OS MIL NOMES DE GAIA

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Colóquio Internacional
Os Mil Nomes de Gaia: Do Antropoceno à Idade da Terra
De 15 a 19 de setembro de 2014
Local: Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro

http://osmilnomesdegaia.eco.br/

Realização:
Departamento de Filosofia da PUC-Rio
PPGAS do Museu Nacional – UFRJ

Há um sentimento crescente na cultura contemporânea de que a “humanidade” e o “mundo” — a espécie e o planeta, as sociedades e seus ambientes, mas também o sujeito e o objeto, o pensamento e o ser — entraram, já faz algum tempo, mas apenas agora com uma evidência cada vez mais difícil de ignorar, em uma conjunção cosmológica nefasta, associada frequentemente aos nomes controversos de Antropoceno e Gaia. O primeiro termo designaria um novo tempo, ou antes um novo conceito e uma nova experiência da temporalidade, nos quais a diferença de magnitude entre a escala da história humana e as escalas cronológicas da biologia e das ciências geofísicas diminuiu dramaticamente, senão mesmo tendeu a se inverter, com o “ambiente” mudando mais depressa que a “sociedade” e o futuro próximo se tornando, com isso, cada vez mais imprevisível e ominoso. O segundo, “Gaia”, nomearia uma nova maneira de ocupar e de imaginar o espaço, chamando a atenção para o fato de que nosso mundo, a Terra, tornado, de um lado, subitamente exíguo e frágil, e, de outro lado, suscetível e implacável, assumiu a aparência de uma Potência ameaçadora que evoca aquelas divindades indiferentes, imprevisíveis e incompreensíveis de nosso passado arcaico. Imprevisibilidade, incompreensibilidade, sensação de pânico diante da perda do controle, e talvez mesmo de perda da esperança: eis o que são certamente desafios inéditos para a orgulhosa segurança intelectual e o destemido otimismo histórico da modernidade. O título do colóquio, Os Mil Nomes de Gaia: do Antropoceno à Idade da Terra, faz assim referência a estes dois conceitos emblemáticos dentro do que chamaríamos de pensamento contemporâneo da crise.